sábado, 30 de abril de 2011

Que vantagem Maria leva?

Mozart Faggi


Fiquei de molho, mas não parei de construir minhas idéias e mostrar a todos, afinal, dá-se para sem estar na Internet construir algo de útil.Estarei de virgilha , sem postar, mas de olho.
Meu amigo @fabiofamilias e até @leandrogiudici , e porque não dizer o @sergiopiola , sabem que não sou redator, não sou muito bom com as palavras ao redigi-las, mas sinceramente se eu conseguir expressar minha voz,  e ao ler as entender, já estarei tranqüilo.
Isso é falta... falta de ter pego mais em livros, que só comecei quando mais velho....
Gostaria que o cidadão Sambernadense, ou Batateiro(dará na mesma) curtisse mais as leituras, um bom livro, literatura, que façam parte de Saraus. Já vi o Autor Bemvindo Sequeira fazendo leituras de obras que se tornaram vivas no que ele chama de a poesia não se declama se sente, tem que viver aquelas linhas rabiscadas um dia por um autor, quer seja conhecido, ou não... todos tem sua vida... tem uma paixão é algo que só quem lê e quem ouve que pode dizer “Magnífico”
Dos vários textos que tenho eu também gostaria de dizer do Ricardo Queiroz, que melhor que quaisquer jornalistas deixa-nos preso ao texto... Essa deve ser a arte de dizer “Ler é Excelente”. Digo mais, esta personalidade merece mais que uma carreira dentro de uma Biblioteca, muito mais... sou fã incontestável de Ricardo Queiroz..Mas como fazer para o texto ser interessante, mesmo havendo pouco a se dizer sobre o assunto? Essa aula eu faltei, com toda certeza.
Diz Eduardo Veríssimo que, o Título vale 50% da nota em uma redação, que no caso o ENEM... Concordaria se não fosse os textos de alguns verdadeiros repórter, e alguns Blogueiros de talento, onde o texto é muito mais chamativo que o título. Sei que todos podemos aprender a fazer textos compridos mas que nos deixam pregados e vidrados.
É assim que dos livros que li, na qual o título não era de importância embora em ora fosse. Como eu escolheria dentre tantos livros que eu tinha o assunto que me daria prazer em ler?

Comecei a ler livros que não me dizia nada.Títulos eram fantásticos, mas o desfecho era péssimo.Não sei vocês, mas eu procurei muito livros técnicos ou com técnicas, que das muitas vezes absorve 10% do que ele queria dizer...
Em livros com textos interessantes, de alma, de corpo, aquele que você não agüenta  a espera, quer saber o final, são os que realmente fazem sucesso...
Linguajar do cotidiano, sem gírias, ou se disser, sublinhe antes, são os textos mais fortes e sem precisar escrever uma palavra de entendimento intelectual. Seria o mesmo que colocar um texto para apenas 1% de leitores entenderem... Nessa afirmação eu pergunto: Que vantagem Maria leva?
Investir em literatura, enxadristas, musica, teatro,artes, CULTURA  é uma responsabilidade que todos temos, principalmente as prefeituras. A mídia deveria investir, pois senão quem lerá as reportagens mal feitas ou até aqueles que não as divulgam?
Jornais de direita e esquerda, divulguem ... é para o seu próprio bem, acredite...
Se a mídia continuar boicotando nossos profissionais  há alguma vinculação a frase “Lei de Gerson?”
Repito... Que Vantagem Maria Leva?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Bate Papo







O programa Mundo Livro recebe Marçal Aquino, Jornalista, Escritor e Roterista de Cinema (O Invasor e o Cheiro do Ralo) e televisão. Serão abordados e discutidos aspectos fundamentais das obras de Gracilliano Ramos, Raduan Nassar e Domingos Pollegrini, autoroes que foram fundamentais em sua formação de leitor e escritor. Biblioteca Pública Municipal Monteiro Lobato, rua Jurubatuba , 1415, Centro, tel 4330-2888. Dia 30 de Abril(sábado) 15:00h

www.saobernardo.gov.com.br 

GUIA DA CIDADE

domingo, 24 de abril de 2011

Sextas Musicais

As apresentações das Sextas Musicais acontecem toda as sextas feiras do mês, sempre com início as 19:00h. Convidados precisam estar acompanhados de sócios e pagam R$10,00. Para associados  o show é gratuito Espaço João de Lima(Sede Urbana da Associação), rua 28 de Outubro , 61, Centro.

Dia 29 de abril de 2011 teremos a Rosa Moura Samba de Raiz e Chorinho

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A Cultura é do Bem

Lendo Ricardo Queiróz  falar sobre “Casa Forte”, vocais se levando pela melodia,  com toda a harmonia que já era de uma brincadeira musical (talvez). Quem começou,  a voz ou
a música ou o ritmo que embalou? Só sei que sem uma palavra, a composição foi perfeita.
Na leitura de meu amigo que é fantástico em suas colocações culturais, Ricardo Queiroz , me senti com saudades... Sim saudades da época de grandes shows de MPB, que foi por vários anos e pelo menos em minha vida faz parte até hoje... Chorei... Chorei por não ver mais Milton Nascimento, Chico Buarque, Elis Regina, Wilson Simonal, Roberto Carlos e o seu amigo Erasmo Carlos, Edu Lobo, Tom Jobim, Caetano Veloso, MPB-4, Jorge Bem Jor, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, Jair Rodrigues... etc etc.... quanta gente boa que se aparecem não eram como o mesmo brilho de outrora.
Assisti àqueles festivais maravilhosos... muita saudade do fervor, da música, do público.

Após anos afim, tentaram com Jazz Festival.... onde encontraríamos o Grande músico Hermeto Paschoal, Sivuca, Gilberto Gismonti, Jota Moraes, Mauro Senise etc etc  e cada um tocando seu estilo... um Jazz brasileiro, pois quem disse que Baião não dá Jazz?
Vieram com o passar dos tempos, e com a tecnologia em ascensão, o Tim Festival e outros .
Parou... Claramente ninguém investe mais em música, para essa finalidade. Sinto muito pela nova geração, que não ouviu e nem viu estes Grandes Feras em início de carreira  querendo mostrar que o mundo pode ser melhor apenas tocando, apenas lendo, apenas cantando, apenas atuando, apenas fazendo Arte.

Criar, produzir, fomentar a cultura, incentivar, dar recursos, fazer a Cultura em geral não ser apenas um Dom, fazer a Cultura em geral  ser a porta de uma profissão, mesmo sendo entretenimento para uns e outros. A arte, cria  não deixará a cabeça em vão de uma criança que pode entrar para outro mundo que não seja este... Cultura é do Bem


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Até a hora que virar de verdade.





A Virada Cultural ocorre desde 2005 e é promovida pela Prefeitura de São Paulo. São 24 horas ininterruptas de atrações de música, cinema, dança, teatro, circo …  espalhadas pela cidade (principalmente pelo centro) e alguns pontos da periferia. Frisson, loucura, apoteose … depois o silêncio. Em termos de investimento (o divulgado foram 8 milhões), o custo é alto, em termos de politica cultural é um desastre.  Não se faz política cultural em 24 horas. Maravilha seria a Virada Cultural nas 24 horas escolhidas e varias viradas pelo ano todo. Ao invés de uma ação relâmpago, varias ações estruturantes, permanentes, mas …
Deixando um pouco de lado a militância cultural e caindo na pura fruição, fui atrás da música. O ano passado confesso que a garoa e o excesso de público me afastaram da Virada, fui timidamente assistir o Booker T na São João, chegando com o show já começado e saindo com ele por terminar. Neste ano, três atrações me animaram a principio: Fred Wesley, Skatalites, Eumir Deodato, duas delas conferi, uma eu perdi, mais vieram outras de lambuja, e valeu a pena.
Na noite de sábado, cheguei por volta das 21:40 na Praça da República, prestes a começar a apresentação do trombonista americano Fred Wesley. O velho Nelson Triunfo (agitador da cena e exímio dançarino de soul) apresentou Fred, que foi arranjador e trombonista de James Brown, George Clinton e liderou o JBs. Música de verdade com direito a um baixista da pesada que roubou a cena e detonou: Dwayne Dolphin. No mais, arranjos corretos de um cara que escreveu um capítulo considerável da historia do soul e um set list de matar barata no chão. Bom começo.
Pensei em ver o Skatalites, veteranos, precursores e sobreviventes da primeira onda do ska. Pensei, pensei. Desisti. O palco São João devia estar muito cheio.
Fui direto para o Palco Libero Badaró onde se apresentaria uma hora depois Eumir Deodato.
Cheguei lá e ainda tava no palco (foi no meio da apresentação) o tecladista inglês Brian Auger e o Oblivion Express, que vem desde a década de 60, misturando jazz, psicodelia, blues, pitadas de soul. Sorte, sorte!  Durante a sua carreira ele tocou com Hendrix, Eric Burdon, Sonny Boy Williamson,  John McLaughlin … Na apresentação ele esbanjou simpatia, misturou português com italiano nos agradecimentos, batera, baixo e a cantora Savanah Auger seguraram a onda. A hora de espera do show do Eumir foi recheada com a música de Brian Auger  e seu Hammond B3 cheio de camas malandras, que até então eu só havia escutado em disco. A emenda foi melhorando o soneto.
Eumir Deodato é daqueles músicos que ja chega com o show ganho, junta grandes acompanhantes pela fama e pela qualidade, vale a pena elencar: João Castilho (guitarra) que debulhou nos solos, Renato Massa (bateria) , Leonardo Reis (percussão), Marcelo Mariano (baixo)  filho de Cesar Camargo Mariano e da cantora Marisa Gata Mansa, José Canto (sax barítono e flauta),  Jessé Sadoc (trompete), Aldivas Aires (trombone), Marcelo Martins (sax alto).
E descem versões maneras de Steely Dan (Do It Again), Led Zeppelin (Black Dog) , Rapshody in Blue (Gershwin), Peter Gunn (Henry Mancini) que nas mãos de um qualquer ficaria com uma salada de covers desconexos, mas nas garras do Deodato levam novo jeito e tomam novos rumos. Na onda anglo-saxã (só no final, porque o início demorou) uma hora de apresentação e chega o final. No bis “Assim Falou Zaratustra”, a certa para acabar e ficar na cabeça de todos.
Eumir daria conta do recado da minha aversão à fugacidade da virada. Fui dormir com música boa ecoando.
Na luz do dia teve mais. Foram dois pequenos drops. A grata surpresa da Orquestra Rumpilez do maestro Letieres Leite, conduzindo percurssão e sopro, leveza de um domingo ensolarado de música com ritmo forte e melodias bonitas. Foram poucas músicas e um futuro a conferir. Só havia lido muita gente dando dica sobre os caras e ainda não tinha ouvido, agora vou atrás, quando rolar show vou conferir.
O outro drops foi no final,  já voltando para casa …
A dupla mais glam que poderíamos imaginar. Glam no brilho e na autenticidade, sem trocadilhos. No palco juntos: Maria Alcina e Edy Star. Maria Alcina, risonha, quase heroína de  postura adorada e Edy bem longe do clichê raulseixistico onde tentaram enquadrá-lo. Edy é bem mais, é cabaret, é sobejo de música brasileira das mais amplas areas. Edy sabe o ponto de equilibrio do cafona e do bacana.  Edy e Alcina, alternando figurinos, irônicos, rebolantes, dando sopa e show, contentes, cantando o triste Assis Valente. Com eles a Orquestra Urbana Arruda Brasil, ponteando malandros arranjos  Peguei quatro músicas do show. Mas valeu o riso e aquela tristeza recondita. Que Edy e Alcina jamais desapareçam.
Da Virada poderia ter visto mais ainda: Dom Salvador e Abolição com Tony Tornado, Edgar Winter, Sossega Leão (grande Skowa figuraço), Mad Professor, Erasmo Carlos, Slim Jam Phantom, Riachão e tantos outros. Mas não vi, porque a Virada são só 24 horas e não mais. Não dá pra estar em três lugares ao mesmo tempo.  Já tá bom? Não, não tá, creio que a cidade merece colorir mais dias, e para continuar sendo chato, temos que rediscutir as várias políticas culturais a serem implantas e os caminhos pelos quais elas passam. Virar a Virada. Fica a música que rola ainda na cabeça para pacificar e espantar os males …

fonte de meu amigo Sambernadense http://klaxonsbc.com/2011/04/18/ate-a-hora-que-virar-de-verdade/#comment-552
 

sábado, 16 de abril de 2011

Frank Aguiar quer popularizar cultura




Popularizar a cultura. Esse é o propósito do vice-prefeito e secretário de Cultura de São Bernardo, Frank Aguiar, que acaba de assumir a Pasta e promete democratizar a área para que todos tenham acesso a diferentes manifestações, inclusive a erudita.

"Precisamos facilitar para que toda a sociedade possa assistir a uma apresentação de orquestra e outras coisas que às vezes custam caro. Mas também é importante facilitar o contato de todos com o aprendizado da música, teatro, dança e o cinema por meio de oficinas e escolas de especialização", explica o secretário.

Com ações descentralizadas nos bairros da cidade, Frank Aguiar estima que, em breve, muitas pessoas terão mais experiências com a leitura e participarão de mais atividades culturais. "Temos muitos talentos que precisam de incentivo. Estou empolgado com o desafio e quero colocar os projetos em prática o mais breve possível. A cidade carece de investimentos em cultura", salienta.

PROJETOS
o ''Agente de Leitura'' é uma das iniciativas que começam neste mês. Consiste na ação de bolsistas qualificados da comunidade de levar às residências atividades com os livros. O trabalho inicia com 200 agentes cadastrados, sendo que o número deve dobrar em um segundo momento.

A Escola de Audiovisual deve abrir as portas em breve, atendendo inicialmente cerca de 100 alunos. Futuramente, suas instalações serão no Complexo Vera Cruz, que ainda passa por estudos para voltar a ser referência nacional da indústria cinematográfica. O governo federal liberou R$ 22 milhões para investimentos na Cultura do município

http://www.dgabc.com.br/News/5876569/frank-aguiar-quer-popularizar-cultura.aspx



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Projetos para Fomento à Leitura: como montar o quebra-cabeça

Texto publicado originalmente no site: www.ofaj.com.br em agosto/2009.
Os movimentos em favor da leitura e do seu fomento têm sido contemplados de forma surpreendente nos últimos anos. Antes relegada a um canto cinzento das  prioridades, a leitura ocupa hoje espaço privilegiado nos discursos e em ações de instituições públicas, ONGs e em alguns segmentos do setor privado. Isso quer dizer que o investimento em leitura e na formação de um público leitor melhorou no país? Essa é uma pergunta de múltiplas respostas.
Os diversos programas patrocinados pelas entidades citadas acima procuram dar uma marca de distinção às iniciativas. Em alguns casos projetos que visam atingir o mesmo público e até a mesma região aparecem com nomes diferentes, cada qual procurando deixar uma marca. A carência na área é tão patente que a maioria consegue, em um primeiro momento, boa receptividade perante o público-alvo. O grande desafio, porém, esta na seqüência desses trabalhos. Na maioria das vezes suprem-se as necessidades emergenciais de uma região, cria-se uma demanda e por força de mandatos terminados e/ou por mudança de política de uma instituição, são abandonados para que outros sejam colocados no lugar.
O que se apresenta são dezenas de marcas de curta duração: baú do livro, leitura viva, ler é bom, leitura sem limite, etc. Todos os rótulos são usados, esquecidos e jogados fora. Essa constante interrupção e reinício implicam em um formidável desperdício de recursos que somados poderiam compor uma grande ação e investimento em pró da leitura. Os níveis do poder público e os outros agentes não dialogam, os interesses menores prevalecem em detrimento do objetivo final. Todo contingente deslocado para um projeto é desmobilizado e no lugar permanecem as intenções e as carências.
No cerne dessa discussão existem vários atores que são importantes para o desenvolvimento de um projeto nacional e interinstitucional para o fomento à leitura. Bibliotecários, professores, educadores informais, gestores públicos, intelectuais, agentes comunitários são protagonistas de ações, que raramente dialogam. Os agentes da leitura não trocam impressões, o que exacerba o isolamento.
Os movimentos pela promoção da leitura costumam se guetizar, causando prejuízo a um resultado mais uniforme e amplo, os agentes da leitura que trabalham na linha de frente, quase nunca estão em comunicação com o centro de decisões e sua atuação se fragiliza continuamente. A profissionalização e a formação dos agentes de leitura devem ser vistas como ponto estratégico de aperfeiçoamento e manutenção das ações.
A maioria dos programas de incentivo à leitura carece de um cuidado metodológico, em geral, partem do específico para o geral, o que os fragiliza normalmente na etapa mais importante da ação, justamente quando se inicia o contato com o maior número de pessoas. As ações são desencadeadas e as avaliações cíclicas, assim como as medidas de aperfeiçoamento, são abandonadas. Nesse momento ele é entregue à boa vontade de esforços localizados até acabarem esquecidos. A potencialidade de cada ação não é explorada, boas idéias são desperdiçadas, pois não são vistas como um processo e, desse modo, perdem o sentido e a força.
Claro que isso não acontece apenas na área de leitura, é uma prática comum, principalmente na aplicação de políticas públicas. Números do Ministério da Educação indicam que existem cerca de sete mil projetos de incentivo à leitura no Brasil, envolvendo escolas, ONGs, empresas, prefeituras, etc. Vejam, mesmo para um país com dimensões continentais como o Brasil, esse número não é nada desprezível. A impressão que temos é que os projetos não reverberam. O alcance de cada um, com raras exceções, equivale a uma medida paliativa, quase um desencargo de consciência de nossas instituições.
Analisemos o caso das universidades e a produção intelectual a respeito do assunto, com sua mania de “projetos-piloto”, onde um número restrito de pessoas é atendido com excelência para que sejam criados modelos, que, raramente são aplicados em universos mais amplos. Qualificar o intercâmbio de idéias e encurtar as distâncias entre as diversas ações é uma maneira de dar sentido e agilidade para o fomento à leitura, a universidade tem um papel decisivo nesse contexto.
Simpósios, congressos e colóquios são usados, em geral, para proselitismo e defesa de teses isoladas, o diálogo posterior se reduz a troca de folhetos e promoção dos projetos de cada qual. As resoluções retiradas no final desses eventos, geralmente, são recolhidas em anais que vão se empoeirar rapidamente, quando não entram para o anedotário.
Não estou aqui, é importante frisar, desprezando as reflexões sobre o assunto, tampouco os citados projetos-piloto. Porém, é necessário apontar a ausência de uma reflexão mais ampla, critica e em sintonia com as diversas realidades apresentadas, uma visão sistêmica que apure e construa estratégias onde as ações pela leitura consigam romper as barreiras e as dificuldades que as impedem de chegar para o maior número de pessoas.
Costumamos dizer que ninguém se opõe a iniciativas que visem promover e incentivar à leitura. Independente da coloração ideológica, partidária, todos acenam para importância desse quesito, que esta provado, altera os rumos e qualidade de vida de um país. Porém, essa unanimidade tende a ser esvaziada, quando é colocada a necessidade de uma ação conjunta que almeje a economia de recursos materiais e humanos e que coloque em segundo plano vaidades e interesses pessoais. A leitura padece pela falta de racionalidade e pela ausência de um projeto nacional.
Com a palavra, nossos gestores.

domingo, 10 de abril de 2011

Uma Grande Escritora Marly do Nascimento Brasiliense






Marly Nascimento Brasiliense, nasceu no bairro da Liberdade, em São Paulo.
Cursou o primário no Externato Santo Antonio, da professora Margarida Porto.
O colegial e o curso científico cursou no Colégio Paulistano(Rua Taguá – Liberdade SP). Diplomou – se técnica em Análises Biológicas no Instituto Bioclínico e desempenhou suas funções nos laboratórios dos Hospitais: Modelo, do Câncer e Infantil Menino Jesus. Autodidata, freqüentou cursos de literatura e poesia na busca de cada vez mais aprimorar seus conhecimentos do nosso riquíssimo idioma. Laureada em vários concursos regionais e nacionais possui vasta gama de Diplomas e troféus. Com 18 títulos e mais de 1.500 poesias registradas na *Fundação Biblioteca Nacional* e tem nos versos *a emoção e a vida que não cabem no dia-a-dia*.

Publicações:
• Vasos e Vértices (1997) – Lançado na Câmera de Cultura de São Bernardo do Campo. Segundo lançamento no Clube MESC – Movimento de Expansão Social Católica;
• Relançamento (1998) na 15* Bienal Internacional do Livro de SãoPaulo pela Editora Scortecci. Foi laureado com a Comenda do Mérito Poético da Academia de Letras e Ciências de São Lourenço (MG) e melhor livro de Poesia Moderna pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil (Mogi das Cruzes);
• Réplica Poética (1998) – Lançado no Bufê Bordon`s numa festividade restrita em São Bernardo do Campo e no Salão Internacional do Livro de São Paulo (199?). Editora Scortecci;
• Amor sem limites (2000) – Lançado na FATI – Faculdade Aberta da Terceira Idade de São Bernardo do Campo.Opção2 – Porto Alegre RS;
• Quase todas as emoções (2001) – Lançado Na FATI – Faculdade Aberta da Terceira Idade de São Bernardo do Campo. Produção independente.

Ebooks:
• Na hora sagrada
• Amor sem limites
• *Tanto de Tempo* - Poesias
• *Amores Alados*
• Página por página.
• ...Calmarias e Temporais...
• ...truques e perseverança...
• ...no passo do com passo...
 
Marly usa as figuras de linguagem, o ritmo e as rimas para que seus poemas transmitam emoções com mais encanto e harmonia. Com dose extraordinária de existencialismo, proporciona aos leitores aquilatarem os sentimentos que também trazem no coração. Hobby: é tecladista, violonista e esportivamente pratica tênis de campo.

Com muita honra pertence a AVBL – Academia Virtual Brasileira de Letras onde ocupa a cadeira nº 321. Minha Patronesse: Professora Maria Inês Simões - Fundadora da Academia Virtual Brasileira de Letras (www.avbl.com.br) do Ebooknet (www.ebooks.avbl.com.br) e o Movimento Literário Virtualismo – Escola de Autores, Escritores e Poetas Virtuais (www.virtualismo.avbl.com.br).
Projetos reconhecidos e aprovados pela UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization.) (www.unesco.org/poetry)



Eu, Mozart Faggi, tive a honra de conhecê-la e desfrutar dos seus conhecimentos e lutas pelo fomento a cultura. No 1° Encontro Cultural de São Bernardo do Campo, tivemos grandes conversas que poderiam ter sido levados mais em conta pela administração.
Eu, com meu conhecimento de Bandas, música, escolas de música, não enxergava  que a Cultura é mais abrangente, e nesse encontro foi que em reunião com vários segmentos Culturais, vi muitas visões, muitos desabafos e eu dei a eles o meu desabafo.
Esta mulher não é só uma escritora, é uma batalhadora pela cultura e na vivência que tem sabe e passa aos que irão lutar ao lado dela...Lembre-se que não temos partido, mas tomamos partido pela cultura, pelo fomento à cultura.

Mozart Faggi

Pinacoteca de São Bernardo terá ciclo de palestras abordando as diferentes expressões do corpo

Ana Carolina Martins
da redação
A Pinacoteca Municipal de São Bernardo do Campo terá, de 9 de abril a 30 de junho, o ciclo de palestras Corpos Inacabados – O Corpo na arte e na cultura, que será realizado por importantes historiadores e pesquisadores da área. O tema, que é contemporâneo e discutido nos veículos de comunicação, será abordado a partir do ponto de vista da arte, história do corpo, sociologia e antropologia.

A abertura será neste sábado (9/4), às 17h, com a temática A questão do crânio na arte de hoje, com o professor titular em História da Arte da Universidade de Campinas (Unicamp) e colunista do jornal Folha de S. Paulo, Jorge Coli. Na ocasião, será abordada a obra de Damian Hirst, que tem a forma de um crânio, e tornou-se parte essencial de um debate entre artistas da atualidade.

No dia 13, às 19h, será realizada a aula-espetáculo Corporeidades brasileiras – da tradição à cena contemporânea. O diálogo entre as artes tradicionais brasileiras e a criação contemporânea é o motivo para essa aula que aborda procedimentos metodológicos, reflexões e treinamentos para atores, músicos e bailarinos.

Já no dia 16, às 17h, haverá a palestra O corpo na cultura popular, com a professora do programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP, Jerusa Pires Ferreira. O objetivo da atividade é discutir o corpo e suas dimensões ligadas ao divino, ao desmesurado e ao grotesco.

Para finalizar a programação de abril, será realizada no dia 30, às 17h, a palestra O corpo do outro: ciência e espetáculo nas exibições da Vênus Hotentote. A doutoranda no programa de pós-graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (USP), Janaina Damaceno, irá destacar o tratamento que o corpo de uma mulher negra sul-africana teve como atração em circos e associações científicas européias que apontam para questões de raça, gênero e sexualidade.

O ciclo de palestras é gratuito e aberto a toda população. Serão fornecidos certificados para cada atividade. O evento também acontecerá nos meses de maio e junho. A Pinacoteca fica na Rua Kara, 105, Jardim do Mar. Mais informações pelo telefone 4125-2466.

Exposição – A Pinacoteca Municipal ainda terá, de 9 de abril a 28 de maio, a exposição Acervo em Destaque. A Biblioteca de Arte Ilva Aceto Maranesi realizará uma mostra de livros, catálogos de exposições e artigos de jornais, destacando a representação do corpo humano na arte e artistas que têm este tema como referência importante ao seu trabalho. A visitação acontece de terça a sábado, das 9h às 17h; às quintas-feiras, a visitação vai até às 20h30.

fonte: www.saobernardo.sp.gov.com

Mozart Faggi: Mês de Abril- Mês do Livro e da Leitura

Mozart Faggi: Mês de Abril- Mês do Livro e da Leitura

Os grandes sites de relacinamento apoiam o Blog

Dia 10/04/2011 a http://tinychat.com/policulti estará promovendo um SARAU... e convidam todos os grandes poetas do twitter, dos quais deixam nosso twitter mais em prosa, e tem mais sensibilidade , amor....
Convida-se também os músicos, literários, professores para ver esta manifestação na internet que não vai ser a unica, mas vamos participar...

Teatrólogos, Cineastas sejam bem vindos  http://tinychat.com/policulti  as 19:00h


escolha um texto e vá para o SARAU



Tenho além da http://redeliberdade.net/video-chat uma nova dedicada a Cultura http://tinychat.com/policulti a @redeliberdadebr .
POLICULTI nada mais é que Policulturalidade e tem entrevistas com artistas, entre outros, entrem e abusem da Cultura... É o Brasil inteiro que está conosco na POLICULT

segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Cultura Não é Problema do Outro"

“Cultura não é uma tchurma/Cultura não é tcha tchura/Cultura não é frescura” 

Itamar Assumpção


Cultura é assunto sério, cultura não é só assunto de quem trabalha na área, mas assunto de todo mundo, cultura é direito, não privilégio, cultura é estofo, não perfumaria, não é exibição só, mas reflexão, transformação, não é lazer, mas pode ser com lazer, não é o supérfluo, mas parte de um essencial tripé junto com saúde e educação. Cultura não é um valor em si, mas pode construir valores.
Toda vez que vamos falar sobre cultura caímos, de quebra, nas artes, nas formas de expressão e desembocamos nos mecanismos de acesso, consumo, controle de obra, direitos (autoral e público), difusão, formação e tudo fica muito nebuloso (de propósito e sem querer) e a discussão se perde mais em explicações dúbias do que em esclarecimentos.
Cada um enxerga a cultura do jeito que mais lhe convém, e isso não implica só em corporativismo ou oportunismo, implica também no papel que cada um exerce, nos limites que, ao falar e ouvir de cultura, o sujeito tem que levar em conta. E este limite não pode ser pautado pelo obscuro, pelo acordado entre quatro paredes, tem de estar a céu aberto, para ser discutido, para sair do castelo inatingível, cultura é assunto do dia a dia e não de ocasião, agendada pelo “outro”.
Na hora de discutir a grana que rola na cultura, é um deus nos acuda, todo mundo com seu pires raso na mão e as idéias na lua, e mãos muito grandes que chegam primeiro e fazem que o grande bolo suma misteriosamente. Só há  uma solução  para aumentar este cobertor curto: políticas públicas.
No Governo Lula o curso se alterou um pouco, o Estado criou um staff mínimo (em relação à desconstrução das eras Collor/FHC) e começou a operar através de editais e convênios com os Estados e Municípios, ações e programas nas áreas de teatro, cinema, musica, leitura, literatura, cultura popular… no horizonte começou a pintar uma réstia de… política pública. Mas nada esta garantido, não houve consolidação, apenas um apontar de caminho, ainda esparso.
O que se tinha desde o Governo Collor, era a Lei Rouanet baseada em renuncia fiscal, onde o staff do Estado só exerce o papel de julgar (através de uma comissão representativa) se o postulante do projeto pode correr atrás de grana (captação) em empresas, que posteriormente deduzem o que investem do imposto de renda. Dinheiro público operado quase 100% pela área privada. Investimento direto das empresas, zero. O momento FHC, e seu Ministro da Cultura Francisco Weffort, aprofundou este viés liberal.
A Lei Rouanet, polêmica, sobrevive até hoje, e quando tocam neste totem sagrado, de pronto, surgem as trombetas liberais a defender a livre iniciativa e o esmagamento do Estado. Discutir a Lei Rouanet é delicado e fere suscetibilidades. Nos últimos anos vários embates ocorreram, há um projeto de modificação, que pode ser mandado ao Congresso, quando?
O mais engraçado é escutar de quem defende impreterivelmente o mercado regulador, críticas incoerentes de questões que foram criadas por distorções da Lei que tem cunho, claramente, liberal. Um exemplo concreto: os mesmos que defendem a não intervenção do Estado (seja lá o diabo que isso for) reclamam do elitismo da Lei, que beneficia só artistas conhecidos e consagrados pelo mercado. Quem vai dar equilíbrio e democratizá-la, a “mão invisível”? Por que não ocorre assim? O que fazer? Extingui-la ou modificá-la?
O Estado financia a cultura através de três mecanismos: apoio, renúncia fiscal e fundo de financiamento. São três elos que podem abrir caminhos ou estreitá-los, os três dependem de controle, os três dependem para funcionar de forma democrática e transparente de mecanismos legais que o regulem, de mecanismos de participação direta, dependem tanto nos Estados e Municípios, como no próprio âmbito federal de Sistemas de Cultura, de Fundos de Cultura. E isso não caí do céu, nem é forjado em oficinas de “alquimistas”.
A primeira ladainha que se ouve quando se discute os mecanismos citados, é que o Estado não deve se imiscuir, porque por definição atrapalha, no que se refere a qualquer decisão sobre a regulação das questões de cultura. A mediação entre as partes interessadas e a elaboração desses mecanismos caberia a quem? Aos lobbies sempre de plantão quando se trata de dividir os quinhões de orçamento? Ás fundações privadas de bancos e empresas que atuam na cultura, elas que também se beneficiam das distorções desses mecanismos?
Quem vai gerir projetos, avaliar, prospectar, além dos horizontes da produção de eventos? Quem vai dar conta da formação e da integração entre Cultura e Educação? Quem vai articular a  garantia dos experimentos artísticos? Quem vai fazer a mediação com os grupos da cultura popular, que em geral, não têm a mesma capacidade organizativa dos tradicionais grupos de interesse alocados na vida cultural? Quem vai garantir que as bibliotecas públicas fiquem abertas, funcionem e cumpram um papel muito maior do que fomentar as editoras com compras de livros?
O Estado não dá conta das demandas acima? Quais os motivos: falta de pessoal especializado? Falta de profissionais que conjuguem a capacidade de gestão com o conhecimento específico nas diversas formas de expressão? Por que o Estado não forma, e nem mantém um staff capacitado e constantemente atualizado dentro das necessidades e mudanças de demanda que comande e construa esta gestão?
A quem interessa que os setores de cultura dos Municípios e Estados se funcionem como balcões onde o orçamento seja negociado de maneira vulgar e despropositada, com grupos de interesse sedentos para vender seu produto (e estes apenas o fazem porque é o único caminho)? Mudam as falas e as táticas, mas os balcões seguem vivos, trocando de nome, de status, mas continuam lá.
As polêmicas derivadas e vitaminizadas pela mídia sobre a área de cultura têm sempre dois elementos centrais: difamação e diversionismo. Elege-se o vilão de ocasião e o mesmo é desmoralizado, porque em geral acabou de colocar a mão na cumbuca de um sistema distorcido que envolve grana e poder, onde meia dúzia se beneficia e uma grande maioria se vira em mil para sobreviver.
A tática diversionista consiste em privilegiar assuntos marginais que substituem o mérito da questão: transparência e simetria, para dar foco a escândalos, fuxicos, vinganças e vilanias de ocasião. Não que estes não existam, mas sempre monopolizam atenções e acabam direcionando e esvaziando a discussão. A cumbuca continua viva e a fumaça diversionista sempre embaçando tudo.
Cultura não é problema exclusivo de uma Ministra,  que compõe o nono ano de um Governo (ou há alguma dúvida que o Governo Dilma é continuação e recebeu a herança do Governo Lula?) e que tem, mesmo que muitas vezes não seja admitido, compromisso com as conquistas (não consolidadas) dos oito anos passados. Como bem disse a Ministra já na sua posse: “arte, sem artista, não existe”. Arte, sem povo, tampouco. E tem povo pra caramba para ser atendido, não dentro de seus interesses corporativos, mas no direito de acesso e de possibilidade de construção dos próprios valores culturaias. Cultural muito além do consumo.
Há um universo complexo para se dar conta: pontos de cultura, a extensa agenda da cultura digital (que não deve morrer num fundamentalismo de direitos do século passado), a democratização da leitura e do livro (não privilegiando o produto livro), um olhar mais amplo sobre a cultura popular tradicional e menos preconceituoso sobre a cultura popular urbana. A consolidação de leis e de ações estruturantes que garantam um Sistema Nacional de Cultura de verdade e não fictício, a já citada mudança na Lei Rouanet, a consequente regulamentação dos outros mecanismos de financiamento.
Enfim, há toda uma agenda a ser atendida e demandas a serem construídas  e estendidas, o embate existe e vai continuar (emular consensos é cair no vazio), são compromissos complexos e interesses contraditórios. De um lado uma visão onde o Estado tem papel importante na elaboração e implementação de uma política cultural, de outro a “mão invisível” e seu universo de desobrigações de ocasião. Há também o interesse da pesada indústria cultural e sua sanha insaciável. Mas não há outro caminho senão afirmar, defender e construir uma política cultural abrangente,  isso dá muito trabalho e não é problema do outro.

fonte:  http://klaxonsbc.wordpress.com/2011/04/04/cultura-nao-e-problema-do-outro/
Comentários meus
Achei um ótimo texto traduzindo o que meus pais, meus avós minha família em geral pensa... Cultura é um Hobie ...
É terrível iniciarmos com a cultura e depois que achamos que podemos, não podemos
É como um poema de uma música de Gonzaguinha " Menino Guerreiro"

Um homem se humilha se castra seus sonhos;
O sonho  é sua vida e sua vida e a vida é trabalho;
Sem o seu trabalho;
O homem não tem honra;
Sem a sua Honra se morre se mata....;

Não dá pra ser feliz.......

domingo, 3 de abril de 2011

Mencionando em XADREZ em São Bernardo do Campo temos um campeonato

Caros(as) amigos(as),

Anexo seguem o regulamento e a ficha de inscrição do 9º Torneio Aberto de Xadrez Cidade de São Bernardo - Memorial Carlos Ramos Villares, que visa prestar homenagem ao enxadrista da cidade, campeão dos Jogos Abertos do Interior de 1968, recentemente falecido.

Só para lembrá-los: as inscrições são gratuitas, sem limite de idade, e podem ser feitas até a próxima sexta-feira (dia 8 de abril) na Secretaria de Esportes de SBC (Ginásio Poliesportivo), na Liga de Xadrez (LXSBC) ou por e-mail.

A competição começará no dia 9 de abril (sábado), às 13 horas, no CRE Baetinha (atenção para o local!). O Torneio Aberto dará até 15 vagas para o 27º Campeonato Oficial de SBC, a ser realizado em novembro.

Conto com a presença de todos e peço a gentileza de repassarem essa mensagem para os amigos do xadrez.

Abs, Ricardo Criez

PS: aproveito a oportunidade para enviar anexo o folder sobre o Memorial Márcio Régis Gomes Pereira, que será realizado no dia 10 de abril (domingo), a partir das 9 horas, na cidade de Mauá.

Xadrez, um esporte pouco divulgado é bem aceito em São Bernardo do Campo

Sou um dos tantos enxadristas que existem em São Bernrado do Campo, e digo que se não fosse pela garra de Ricardo Criez, o esporte já teria finado, encaixotado e enterrado.
Os enxadristas são pessoas que tem estratégias, táticas um jeito matemático para chegar ao objetivo. Nem sempre a melhor Estratégia é o ataque, mas no decorrer da tática do jogo, o ataque é inevitável.
Quem começa o jogo sempre ganha? Não!!! Quem sempre se defende ganha? Como se pode ganhar se não ataca? Deve se saber a hora exata de atacar no meio de tantas defesas, afinal o objetivo é dominar o Tabuleiro.

Quem é bom em xadrez, é tão bom em matemática, o raciocínio não precisa ser rápido, apenas no tempo certo.Nas decisões diárias o xadrez influência, mas nunca vi um enxadrista afobado... São pessoas que calculam a hora de dar o bote, sabem onde erram e onde acertam...

A vocês que tem filhos e gostariam de aprender, junto com os filhos, a arte, ou seja, o esporte do Xadrez, digo que seria muito bom, para o enxadrista, e para seu filho.
Tem um velha frase que diz'Quem tem pressa come crú" mas tem outra que diz que "Quem não tem pressa come torrado"... o enxadrista sabe a hora certa.