sábado, 27 de abril de 2013

Banda Municipal Infanto Juvenil Cidade das Crianças, patrimônio imaterial e memória musical Sambernadense


Uma das “Bandinhas” que também se destacou foi a Banda Municipal Infanto Juvenil Cidade das Criança.
Formada em março de 1972 teve em seu planejamento inicial constituir-se em mais uma atração da Cidade da Criança. Com 150 crianças recrutadas nas escolas do Bairro Jardim do Mar, tiveram início às aulas de iniciação musical com duração de 7 meses. Em novembro de 1972 a “bandinha” já contava com instrumentos e em janeiro de 1973 fez sua primeira apresentação de inauguração da Mini-Região da Amazônia , área turismo da “Cidade da Criança”.
Fundada pelo Maestro Manoel Afonso Nogueira da Mota, a Bandinha conquistou inúmeros prêmios dos quais podemos destacar:

1979
Participou do Concurso de Bandas e Fanfarras da Rádio e TV Record, classificando-se em 3° lugar na Categoria Geral.

1980
Participou do Concurso de Bandas e Fanfarras da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e ficou em 3° lugar na Categoria Geral.
Participou do Concurso de Bandas e Fanfarras da Rádio e TV Record, classificando-se em 2° lugar na Categoria Geral.
Em 1981 a Banda conquistou o 1° lugar no Concurso de Bandas e Fanfarras de Monte Alto

Atualmente a Banda se encontra com os seguintes músicos:

Alexandre José Mendonça
Bombardino
São Paulo
Antônio Ricardo T. de Almeida
Trombone
Fortaleza-CE
Cláudio Silveira
Gênis
São Paulo
Carlos Roberto Mónari
Contra Baixo
São Bernardo do Campo
Edmar Tadeu Mendonça
Trombone
São Bernardo do Campo
Ingrid Marks Campos
Caixa
São Paulo
João Luiz Tibério Pinto
Clarinete
Santo André
Maria de Lourdes Pinto
Requinta
Santo André
Orlando José de Mendonça
Contra Baixo mi b
São Paulo
Paulo José de Mendonça
Trompete
São Paulo
Regiane Rosália Martinez
Clarinete
São Bernardo do Campo
Roseli Aparecida Martinez
Clarinete
São Paulo
Fábia Garla
Caixa/ Clarinete
São Bernardo do Campo
Ricardo Garla
Surdo/ Trompete
São Bernardo do Campo
Lara das Neves
Surdo/ Saxofone
São Bernardo do Campo
Rogério Molinari Teixeira
Surdo/ Trombone
São Bernardo do Campo
Sandra de Oliveira Reis
Surdo/ Saxofone
São Bernardo do Campo





 Este Blog: Uma história de vitórias para uma banda que ia fazer apenas o coreto da então conhecida no Brasil inteiro como primeiro parque temático voltada para a socioeducação, entretenimento e fazia parte do Pavilhão Vera Cruz, o Primeiro Estúdio Nacional  ... Esta era uma das melhores bandas de São Bernardo do Campo, destruída em meados de 2002, 2003 onde vemos uma certa responsabilidade do Poder Público em não disponibilizar mais recursos.
Quem a viu, ouviu, ficou deslumbrado, quem não a viu nem a ouviu, bem, digo que será muito difícil termos uma com tão bom repertório e sonoridade.
Nos integrantes vemos um certo interesse por famílias, como Ditinho da Congada diz, a educação vem de casa, a cultura passa de geração à geração, como no caso da Congada.
O blog quer esclarecer o seguinte, se passa de geração à geração, o que irei mostrar para os que virão?  

Gosto do Ditinho... pra resolver a Cultura é tão fácil, mas infelizmente não há vontade do poder público, e Ditinho passa com tanta clareza!!!

Nem tudo se encontra nos sites. E para ter um melhor aproveitamento do conteúdo e estudar de verdade a matéria, só um bom livro.
Ricardo Pontes
22/03/2014 por Mozart Faggi
E vamos encontrando mais pessoas que fizeram parte da Banda Municipal da Cidade da Criança... como eu disse as informações voam.
Naquela época, não prestavamos atenção a fotos, não davamos a importância devida. Hoje sabemos que ter um documento desses é valioso... Encontrei o fautista doce, Maurilio Duduch Silva que outrora em essa foto era o prato.
Encontrei a Clarinetista Keli Aragão, que tem uma performace fantástica no Chorinho que também dá aulas na Triade
Me emociono a cada dia que passa, essa foto não foi em vão! Esse blog não foi em vão.

2 comentários:

  1. Estou tbm nessa foto, que saudades!!!!!
    Valeu Mozart

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    Respostas
    1. é sempre um prazer estar pelo menos dando a identidade merecida a nossas bandas... os valores mudaram, estamos a um caos e sem qualidade sonora, profissionais buscam apenas a moeda... não que ela não seja importante, faz parte, mas a identidade de hoje não é como outrora, infelizmente.

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