sábado, 27 de julho de 2013

Vanessa de Assis, de aluna a monitora




Elenice Vieira
da redação



Ela começou fazendo aulas de clown (palhaço, em inglês) na Coordenadoria de Ações para Juventude (Cajuv) da Prefeitura. A ideia era aprender o ofício de palhaço e resgatar valores como generosidade, fraternidade e amor, tão esquecidos nos dias atuais. A experiência foi tão envolvente que, de aluna, Vanessa Queiroz de Assis virou monitora.

Antes de contar a sua trajetória, a ex-aluna é clara ao afirmar ser agradecida à Prefeitura pela oportunidade de ter participado do Programa Juventude Cidadã. "Me tornei outra pessoa, muito melhor, com as aulas de clown", lembra.

Vanessa conta que resgatar seu palhaço interno foi uma experiência tão significativa, que ela decidiu incentivar outros jovens a ter a mesma emoção. Entregou, então, um projeto de aula, com metodologia própria, à Coordenadoria da Juventude. Como resultado, ela é, há mais de um ano, monitora de clown.

As aulas são às segundas-feiras, no período noturno, nas dependências da Cajuv. Lá ela incorpora o palhaço Pendonga, que faz sucesso pela cidade já que ela costuma animar eventos da Prefeitura, especialmente quando o público é composto por crianças.

Caio Ogawa, ex-aluno de Vanessa, compartilha com ela o amor pela profissão de palhaço. "Era muito tímido e fechado. Depois que comecei a frequentar as aulas de clown, venci tudo isso", afirma. Hoje, ele é voluntário nas aulas de Vanessa.

Outro jovem que recomenda a oficina é Glauber Amaral Caldeira. "Me tornei mais observador e disciplinado depois que comecei a frequentar as aulas", disse.

Oficina

Nas oficinas de clown, os participantes são convidados a cultivar valores como generosidade e fraternidade através da figura lírica e inocente do palhaço. O clown não é uma personagem, e sim o próprio aluno/ator. Cada participante da oficina desenvolve esse estado pessoal, de clown, com características particulares e individuais.

Informações sobre as oficinas pelo telefone 4126- 3651.


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