terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Depois de anos entendo A Cultura NU poder e o poder nu


Anos que convivo com a cultura, pessoalmente a musical, resolvi escrever este blog em épocas de ser chutado de uma comunidade orkutiana, por mencionar, dizer o que está passando nos teatros, nas apresentações musicais, de oficinas de arte que uma cidade estava oferecendo que, no caso, vi que não se tratava de uma idéia ou um modelo, centrando em apenas uma condição” A Música”. Que venham novidades teatrais, artes plásticas, musicais e audio visuais, dança... vi um leque enorme se formando Bemvindo Sequeira, ator, ajudou-me a começar isto, que é um mero escrever de linhas mal ou bem traçadas e eu com tímida escrita, demorei a escrever algo...
Lembro-me bem, que este blog foi feito para homenagear minha mãe, comecei errado, pois comecei do fim, e aí, nada mais para escrever?
Bemvindo Sequeira e os vários artistas que havia na redeliberdade, inclusive Carlos Latuff  e Zé de Abreu, propôs, já que era minha praia, escrever o que eu sei sobre Música!Meu primeiro post foi A Manifestação dos Artistas de Rua, em SP em 2010, fonte quente e nu.
Anos passam e quando vejo centenas de postagens são lidas diariamente.
Agora, mais maduro e mais velho, ouço frases que falavam ao pé de minha orelha, em um grupo FACA (Fórum Aberto de Culturas e Artes) onde exponho, recebo críticas e graças, Bemvindo está comigo nesta jornada.
Fotos de Bemvindo Sequeira

Como poder Revolucionário a idéia é “A Cultura NU poder e o poder nu” ou seja a Cultura é a solução, tanto que não é necessário muito, apenas pense e se pergunte, o que um palhaço precisa para interagir com a platéia? Qual o custo disso? Que benefícios trarão?
Tem a questão de “teatro de rua” e o “teatro pago”, PENSAMENTO: Qualquer manifestação cultural deve ir ao público... mas que público? Quando se refere a rua, refere-se ao passeio, a movimentação de pessoas, transportes, dentre outras coisas que o teatro não está presente(pensamento popular é que o palco é o local adequado para apresentações) neste pensamento o teatro perde o povo, não tem aquele contato, pois hoje em dia(2013) estamos sujeitos a não parar, pois se um cidadão parar pode ser assaltado, e como então um cidadão passando na rua poderá ver aquela beleza do teatro, da música em ruas? Não verá! É como se fosse proibido passar por uma rua, ver um lindo prédio e não poder admirá-lo, vem os opressores PM e dizem para não olharmos, é proibido ficar olhando... tenha santa paciência!
Em São Paulo ocorreu muito disso, artistas plásticos, teatrólogos, músicos foram proibidos de ficar tocando para passar o chapéu (você acha justo?)
Sim, poderíamos ir ao palco, ganhar nossa graninha com espetáculos, mas os preços para locação dos teatros, municipais são altíssimos e, tem mais um porém, o teatro perde contato com o povo e o povo perde contato com o teatro.
Estamos em um país que ainda é possível, foi plantado a muito tempo atrás e não é de hoje, quem plantou ainda não recolheu os frutos, mas vê que uma imensidão de artistas estão agora nas ruas.

Entre os temas polêmicos, duas eu consideraria: Quem tiver talento a jornada é a defesa da utopia da Cultura e a utopia do futebol, já que vivemos no país do futebol arte, supostamente!

Amir Haddad, salve a Cultura e ela vos salvará

 
Eminente Brasilósofo  Boris Estabão escreveu sobre Amir Haddad:

O artista Amir Haddad de descendência Árabe, junta o anti-fundamentalismo, o tropicalismo, o alcoolismo da Lapa, pois ele, pessoalmente é abstêmio, situado na Lapa e o humanismo  para combater o cinismo, o estrabismo(menos o meu, pois sou estrábico) o banditismo e o abismo...
Boris Estabão

Não sei o que vcs acham, mas Amir Haddad , sendo ou não sendo presidente, ou quem sabe será? Ele é o CARA

Deixe sua mensagem, a cultura, São Bernardo e o grupo FACA filiado a diversos meios de comunicação para termos mais cultura, agradece!
 

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