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domingo, 21 de maio de 2017

Em show Beneficente, Jardim Calux foi atacada pela GCM

O que era para ser um evento de arrecadação de alimentos para o Jardim Calux, se tornou uma guerra.

Romário Firmino, dono e fundador da radio web radio Calux com a Nevada Açaí , promoveu no ultimo dia 13, eventos que a intenção era beneficente e acabou sendo alvo da "Noite Tranquila" (Operação que visa tirar os pancadões e funk das ruas) no entanto, essa noite tranquila virou uma noite com vários atingidos por gás de pimenta e armas com munição de borracha.



Neste evento beneficente, na qual fui convidado e não pude ir, haviam crianças, pessoas de idade, famílias e nada de funk ou pancadão, artistas foram convidados e se tornaram alvos com armas apontadas para a cabeça, e o evento se tornou uma humilhação.

o Mercado local teve suas instalações danificadas, teve pisoteamentos, pessoas foram feridas e foi uma má conduta liderada pelo atual gestor da prefeitura, o Servidor Publico Orlando Morando(prefeito PSDB)

Foi feito um ofício à prefeitura, foi entregue e recebida, pedindo banheiros químicos, fechar as ruas, entre outras, palco, iluminação,mas vereadores, diretores  e quem mais trabalha dentro da prefeitura disseram que não receberam tal ofício e não sabiam que ali teria esse evento , então Romario Firmino pergunta: Como vieram os banheiros químicos? como fecharam as ruas para o evento? Alguém sabia e eu concordo!

Neste mesmo dia foi feito um Noite Tranquila na Vila São Pedro, e lá sim havia Pancadão , funk.

O PSIU existe há muito tempo e sei que é Negado quaisquer autuações do tipo... O local onde está incomodando a vizinhança deve ser em primeira mão dar um pedido de abaixar o volume por um GCM ou PM, acaso este abaixe e ao não ver mais o GCM ou PM e depois aumente ,  deve ser apreendido, multado e pode ficar na cadeia de 2 à 6 meses por "Desacatar um servidor publico em exercício da função ou em razão dela" artigo 331 do código penal.
No caso o Orlando Morando poderia ser atacado, sem problemas, pois é um servidor publico, porém não está em exercício da função e nem em razão dela. Ele deu o comando para tirar todos do local e sem autoridade!
Primeiro deve dar o aviso com a palavra "por favor" !

Conversei com centenas de GCMs, alguns dizem o melhor é a porrada, outros a opressão, outros diminuir o cidadão, e apenas 2% creem que o bom dia, boa tarde e boa noite, simpatia e didática de segurança podem resolver estes conflitos entre cidadão e servidores da segurança, e digo, esses 2% faz uma diferença para um cidadão melhor!

Poderia falar o nome de um deles mas são tenentes, generais que outrora estivera em SBC e me confiaram meu livre arbítrio de mencionar o nome deles. Por isso não falo!

Segundo Romário Firmino, a forma correta seria conversar(é o certo mesmo) e não entrar atirando em todos,  entrar em uma comunidade e ferir pessoas, crianças de colo, mães e crianças, e Romario  pediu para mandar para frente, pois este video vai chegar até ele.

O prefeito Orlando Morando disse que perto do Escondidinho de Peixe ouve reclamações, mas que o povo estava fazendo? Estava fazendo uma coisa que eles , os eleitos pelo povo, deveriam estar fazendo pela comunidade e pela cidade, organizando eventos que promovam a comunidade.

Eu e o Romario Firmino estamos indignados.


Alguns nomes que o Romário fala: Ivan Silva, vereador Mario de Abreu e  prefeito Orlando Morando marquem esses nomes.
Eu colocaria mais um que deveria estar por dentro, o Diretor de Cultura (Gazelli)  e a Secretaria da Educação e Cultura
O jornal saobernardoinfo, sempre deixou a desejar com meias notícias, mas esta ele colocou por completo.

Diria mais, com um rabisco que fala tudo e se essa gestão não enxergar, a "Violência será espetáculo, com certeza" pela falta das atividades com fomento a cultura...


acompanhe a radio web calux ou sigam no face Facebook , clique aqui


Valeu Romário Firmino pela iniciativa e pelo esforço, creio que o Jardim Calux tem orgulho de você




sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

TIMBALADA ESTÁ ALÉM DA MÚSICA



                                   

Fã é o mesmo em qualquer lugar quando se refere ao amor naquela pessoa admirada seja artista, esportista, uma professora, alguém que é referência da sua área, etc. Quando se trata de grupos musicais, o trato é muito mais apaixonado.
Na Bahia, existe um grupo musical que desde que estreou sua participação nas festas de largo da capital baiana, desperta paixões. Trata-se da Timbalada, grupo percussivo criado por Carlinhos Brown no início da década de 1990, originário do bairro do Candeal e descendente do antigo grupo percussivo Vai quem Vem.



A Timbalada surge no cenário da música baiana no momento em que a chamada Axé Music cresce em todo o país através de bandas dos chamados blocos de trio, blocos da classe média soteropolitana na qual o gênero musical passou a ser tocado de forma mais pop para melhor aceitação do mercado sobretudo do sul e sudeste do país.



Aquela música percussiva tocada por dezenas de percussionistas (e até centenas, como nos arrastões) traziam elementos que já estavam sendo colocados de lado pelas bandas dos blocos de trios. Toda a percussividade das ruas de Salvador, da bateria dos Apaxes do Tororó, Secos e Molhados, Barrabas, dos sambas juninos, samba-duro, dos afoxés e afro, a musicalidade oriunda das religiões de matriz africana e musica afrocaribenha, todos esses elementos traduzidos nos timbaus (não é timbales ou timbal) da banda. A Timbalada além da música, veio como um movimento de afirmação estética da juventude dos bairros populares. As famosas basqueteiras no pé, bermudas da marca Spinnaker, cabelos trançados, óculos fora dos “padrões”, aquela forma de dançar e estilo despojado que destoava do que estava sendo imposto pela indústria do carnaval e que por isso mesmo trazia uma verdade que é da maioria da população soteropolitana. A Timbalada foi a afirmação dos jovens dos bairros pobres, de maioria negra, no momento em que a classe média chamava essas pessoas “exóticas” (para elas) de “brown”. Não era difícil ouvir na rua frases como “ah velho, você dança como um brown…”, ou um “não vou naquela festa porque só tem brown…”. O velado racismo foi, de alguma forma, neutralizado (e não superado) com o surgimento da Timbalada. Ser brown (marrom) estava na moda e aquele grupo musical, mesmo sem essas pretensões, começava a representar parte significativa da nossa sociedade, hoje, auto-intitulados de nação timbaleira.Por tudo isso (e algo mais), a banda Timbalada é diferenciada. Seus fãs não são fãs meramente da música em si, mas de todo um movimento que perpassa a questão musical. É uma questão de identidade e sobrevivência dessa identidade num mar onde o poder do dinheiro tem cor, classe e modifica nossos símbolos e nossa cultura. A Timbalada reverbera um jeito de ser, uma forma de pensar, um lugar.





Nestas ultimas semanas, foi anunciada a saída do último cantor da geração que fundou o grupo e também foi anunciada a entrada de uma cantora. Denny sairá após o carnaval e Millane Hora, uma alagoana que ficou conhecida através de programa televisivo, assumirá os vocais do grupo.


No primeiro Ensaio (show) feito neste domingo, a cantora foi vaiada pelos fãs do grupo e muito tem se comentado sobre as vaias, alguns a favor e outros contra.


Muitas pessoas falam sobre respeito à cantora que em nada tem a ver com isso, em nada tem culpa do que aconteceu. Mas é importante refletir sobre o fã.





Ja perguntaram o que o fã está sentindo? Já se questionaram sobre o que sente o fã com a perda (ou ameaça) de algo tão representativo para ele? Respeitem esse sentimento. É prática do mercado impor uma marca, um novo cantor ou cantora e achar que porque é fã, “vai ter que gostar”. Temos vários exemplos que não deram certo em qualquer gênero musical e é a vida. Uma cantora ou um cantor, num grupo como a Timbalada não pode ser encarado só como algo no campo da música. A questão não é só a música e erra quando se critica apenas por esse viés. A representatividade neste caso é muito maior. As infelizes vaias foram para a cantora Millane Hora, mas em verdade não foram para ela…

Fernando Monteiro



Este Bloggueiro:Entre amigos de Fernando Monteiro(eu sou um deles), que deram suas contribuições nos comentários, vários elogios, pois na verdade concordam, entre os amantes do Timbalada, os fãs, em dizer que "temos vários exemplos musicais que não deram certo e isso é a vida", como Caetano Veloso foi vaiado e mesmo assim ele estava certo.

Os internautas temem o fim do Timbalada com a saída de Denny, da identidade e mostro em uma postagem do Junior Bastos:

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Vejo pessoas defendendo essa vocalista, mas pergunto: teria necessidade de trazer uma artista que não seja baiana para assumir os vocais? Não se resume a cor, mas há de ver outras coisas que o público (leia-se fãs) não iria entender ou assimilar tal questão.

Imagine se o Chiclete tivesse contratado um vocalista do sudeste ou do sul do país para o lugar de Bell? E se fosse negro? E se fosse mulher? Aqui estou colocando as variantes em todos os pontos que foram discutidos (cor, origem, ou até mesmo gênero).

O que vejo são os fãs querendo que a banda não perca sua identidade assim como aconteceu com o Olodum, Ara Ketu e outras bandas que não conseguiram se sustentar por conta das mudanças consideradas ousadas para atender à mídia e a uma platéia determinada.

Ela pode dar certo? Sim, pode. Até porque Amanda também era branca e teve seu lugar marcado na banda (e era baiana!). Mas tem que ir com calma nas escolhas.


Junior Bastos


Este Bloggueiro: Na música, manter a identidade é importante quando se trata do grupo. Quando é vc por vc, fora do grupo, você pode ser o que quiser.

Não sou Baiano, sou do sudeste, mas sou Músico com muita honra e gostaria de dizer, façam a escolha acertada, pensem, achem, salvem esta manifestação artística de boa música,que em teoria ainda está com a identidade intacta. Lembrem-se, vocês formam mais do que um grupo e ou comunidade, são amigos.



O Face do Fernando Monteiro, exato no link que está esta discussão clique aqui  





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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Neste dia 22/11/2016 a comemoração do Dia do Músico

A OMB, Ordem dos Músicos do Brasil, criada há mais de 40 anos, pelo saudoso ex e eterno presidente Juscelino Kubitschek . O Sindicato dos Músicos Profissionais de São Paulo, onde é o maior e melhor Sindicato do País, manteve o profissionalismo em primeiro lugar.
Temos a honra de ter entre nós pessoas que iniciaram um processo de absoluta lucidez e , que ainda estão me todas as reuniões dando prestígio a quem é de fato , musico!

Dona Sarah Lewin, 90 anos e Aluízio Pontes 

Neste dia 22 de Novembro de 2016 (dia do músico), músicos de todo o Brasil se reuniram em SP para protestar contra a falta de coerência. 
Foi marcado o dia, e tivemos uma gigantesca ordem de confraternização, pois este dia 22 de Novembro, foi para mim em especial, um dos melhores que já presenciei!
São Paulo, fala pelo o estado de São Paulo, mas eu em especial falo da minha cidade, a de São Bernardo do Campo que ultimamente rejeita projetos, não nos dá espaço em teatros, quando dá, querem uma boa fatia para eles, e assim, nossos projetos não andam como deveriam.


Uma cidade que tem Teatros como Teatro Cacilda Becker , Teatro Elis Regina, Com outros Teatros Clique Aqui 

O CLM está no Teatro Martins Pena, na Vila Gonçalves  e o CEMFORPE ,que é enorme, Trabalha a Educação e Música é Educação nota 10.

Tem músico que diz, O Músico é tratado como lixo, que não acredita em Sindicato e esse blogguer acha que o músico em questão, não se deu o respeito, ou seja, tocou de graça (por algumas pingas), toca sem condições da próprias na casa de show, seja um bar , palanque ou palco.
Não sei qual a intenção do cidadão, mas ter interesse pelo bom andamento do Sindicato dos Músicos Profissionais, seria ótimo e pela OMB 

O músico é em geral, humilde, porém não é subserviente, onde a subserviência tem carácter religiosos e de submissão, que se dobra a qualquer coisa. Uma pessoa humilde , é aquela que sabe que não sabe tudo, aquela que sabe que não é a única que sabe, aquela que sabe o que outra pessoa não sabe, aquela que sabe que  e as outras pessoas juntas saberão muitas coisas, aquela que sabe que ela e a outra pessoa nunca irão saber tudo que deve ser sabido, por este motivo o músico será sempre um aprendiz, pois sempre coisas novas aparecem.
Um Músico sempre está de braços abertos, educa, aprende... um verdadeiro vaso que nunca irá se encher!


Deixe seu comentário, quanto mais músicos neste blogger, quanto mais juntos, melhores somos!!


Dia de São João

Falta pouco para os que estão bem de saúde e não tem idade superior a 50 se colocando entre as pessoas que estão na faixa de risco de morte ...